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Polícia descobre verdade sobre jovem que teve a cabeça arrancada ainda vivo e pendurada em uma árvore na megaoperação do Rio

 

Um laudo pericial realizado no corpo de Yago Ravel Rodrigues Rosário, morto durante uma megaoperação contra o Comando Vermelho (CV) nos complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro, revelou que o jovem foi decapitado minutos após ser atingido por um tiro de fuzil.

De acordo com o documento, o disparo foi efetuado de baixo para cima e atingiu Yago na região inferior do abdômen, atravessando o corpo e saindo pelas costas. O tiro provocou lesões graves no fígado, pulmão direito e estômago.

A perícia aponta que, no momento em que a cabeça foi separada do corpo, com o uso de um facão, o sangue ainda circulava, o que indica que o jovem ainda estava vivo poucos minutos após o disparo. Fontes ligadas à investigação explicaram que, considerando a altura da vítima (cerca de 1,65 m), o tempo médio para a perda total de sangue após o ferimento seria de poucos minutos, o que reforça a hipótese de que a decapitação ocorreu logo depois do tiro.

A Polícia Civil do Rio de Janeiro trabalha com a suspeita de que a cabeça de Yago tenha sido arrancada por criminosos rivais, numa tentativa de reforçar a narrativa de que os mortos na operação teriam sido vítimas de ação ilegal da polícia.

Segundo as investigações, Yago atuava na linha de frente da facção criminosa, junto a outros comparsas, o que tornaria improvável que um policial tivesse conseguido alcançá-lo logo após o disparo.

Durante entrevista coletiva concedida dois dias após a operação, o secretário de Polícia Civil do Rio, Felipe Curi, afirmou que as suspeitas de vilipêndio aos corpos dos mortos serão apuradas.

“Quem disse que foi a polícia que cortou a cabeça? Os criminosos podem ter feito novas lesões nos corpos, podem ter feito isso (cortar a cabeça) para chamar a atenção da imprensa”, declarou Curi.

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