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Futuro prefeito de Bayeux defende austeridade na sua gestão

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Futuro prefeito de Bayeux defende austeridade  na sua gestão
Austeridade, enxugamento da folha e corte de gastos com mordomias e regalias. Essas são algumas das medidas que o vereador Jefferson Kita (PSB), futuro presidente da Câmara Municipal de Bayeux, vai adotar caso assuma o comando da prefeitura a partir de janeiro do ano que vem. Com a cassação do mandato do vice-prefeito Luiz Antônio (PSDB) e o afastamento do prefeito Berg Lima (sem partido), Kita, como presidente eleito da Câmara de Bayeux para o biênio 2019/2020, deve assumir o comando da prefeitura no início do próximo ano em substituição ao prefeito interino Noquinha (PSL), conforme determinação judicial.

“Vou governar quase como um interventor. Vou ter que cortar todas as regalias. Hoje cada secretário tem um carro locado (à disposição). Em momento de crise, isso é um absurdo”, declarou. Kita ainda explicou como deve começar o trabalho de contenção de gastos em seu governo, caso de fato assuma o comando do município. Para ele, os “pilares da administração pública” devem ter atenção especial já nos primeiros dias. A obediência à LRF deve também ser uma prioridade.

“São dois pilares da administração pública, que são folha de pessoal, vamos fazer enxugamento, e os pagamentos. Vamos ter que rever todas as licitações. A folha de Bayeux representa quase 70% do orçamento, ante um limite prudencial de 54%, determinado pela Lei de Responsabilidade fiscal”, afirmou.

Kita também comentou a situação orçamentária da cidade, que vive em sua totalidade de quase 90% de repasses de recursos, retirando o poder de investimento e a possibilidade de alocar recursos próprios para as maiores necessidades da população, longe das rubricas das verbas federais.

“O que eu vejo a curto prazo na cidade de Bayeux é austeridade para manter os serviços essenciais, como coleta, iluminação pública, medicamentos nos postos, merenda, limpeza urbana. Para as grandes obras, defendo as parcerias com o Governo Federal e com o Governo do Estado”, observou.

Redação

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