RADAR POLÍTICO 365


VEREADORES DE CAAPORÃ VÃO AO MINISTÈRIO PÚBLICO PEDIR URGÊNCIA NA VOTAÇAO DA LOA 2026 E DENÚNCIA MANOBRA DE OTO MARIANO VEREADOR E PRESIDENTE DE PARALIZAR A CÂMARA MUNICIPAL POR INTERRESE PESSOAL E CONTRA A CIDADE

 

A Câmara Municipal de Caaporã enfrenta uma grave crise institucional que já ultrapassa os limites do embate político e começa a atingir diretamente a vida da população. Vereadores aliados do prefeito Chico Nazário formalizaram denúncia junto ao Ministério Público da Paraíba na manhã desta QUINTA-FEIRA 15-01-2026 contra o presidente do Legislativo, vereador Oto Mariano, acusado de interromper deliberadamente a tramitação de matérias essenciais e governar a Casa de forma autoritária.

Antes de recorrerem ao Ministério Público, os vereadores relataram que tentaram, por diversas vezes, realizar a sessão legislativa com a presença do vice-presidente da Câmara, conforme prevê o Regimento Interno em casos de ausência ou impedimento do presidente. No entanto, a iniciativa teria sido deliberadamente inviabilizada.

Segundo os parlamentares, o Regimento Interno da Casa estaria “trancado”, sem acesso aos vereadores, e somente poderia ser liberado pelo próprio presidente Oto Mariano, o que acabou não ocorrendo. A negativa impediu qualquer deliberação formal, mesmo com quórum e disposição para o funcionamento regular do Legislativo.

De acordo com os parlamentares, Oto Mariano vem paralisando pautas estratégicas, ignorando o Regimento Interno da Câmara e impedindo a votação da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026, peça-chave para o funcionamento regular da administração municipal. Para os denunciantes, o que está prevalecendo não é o interesse público, mas sim interesses políticos pessoais do presidente da Casa, em claro confronto com as necessidades coletivas do município.

A interrupção da tramitação das matérias legislativas compromete seriamente a gestão pública. Sem a aprovação da LOA, a Prefeitura de Caaporã corre o risco de ter a máquina administrativa paralisada, ficando impedida de executar políticas públicas, manter contratos, realizar investimentos e assegurar a continuidade de serviços essenciais.

Um dos projetos mais afetados pelo impasse é a construção de 60 casas populares, destinada a famílias em situação de vulnerabilidade social. A iniciativa, considerada prioritária pela gestão municipal, pode sofrer solução de continuidade devido à ausência de autorização orçamentária, aprofundando problemas sociais e ampliando o déficit habitacional da cidade.

Em posicionamento contundente, a assessoria jurídica da Prefeitura de Caaporã afirmou que a conduta do presidente da Câmara pode caracterizar prática de improbidade administrativa, ao tentar, segundo a gestão, parar a administração municipal por meio do bloqueio intencional de votações fundamentais.

“O que vemos é a Câmara sendo usada como instrumento de disputa política pessoal. O interesse político de Oto Mariano está se sobrepondo ao interesse público, e quem paga essa conta é a população de Caaporã”, declarou um vereador signatário da denúncia ao Ministério Público.

A crise expõe um Legislativo travado por interesses individuais, enquanto projetos sociais, investimentos e serviços públicos ficam ameaçados. Agora, caberá ao Ministério Público apurar se houve abuso de poder, violação do Regimento Interno e dano ao erário.

Enquanto isso, a LOA 2026 continua parada, a administração segue sob risco de colapso e a população observa, mais uma vez, o interesse político prevalecer sobre o bem coletivo, A assesoria juridica da P.M.C já esta estudando remédio juridico pra acabar o impasse.

BLOG DO BATISTA SILVA

Comentários

Mais Vistas do Blog

HOMEM É ASSASSINADO DENTRO DO MERCADO PÚBLICO DE GOIANA

HOMEM É ASSASSINADO A TIROS NO CENTRO DE GOIANA

HOMICÍDIO É REGISTRADO EM MATA REDONDA, NO LITORAL SUL DA PARAÍBA

Polícia Civil prende homem em flagrante por furto de carga em Goiana

EM CONDADO MÃE DENUNCIA SUPOSTA TENTATIVA DE ENVENENAMENTO CONTRA CRIANÇA COM DOCE CONTENDO AGULHA

Maior fornecedor de drogas da Paraíba é preso durante operação em quatro estados que mobiliza 400 policiais