Cristina Mel sobre Round 6: ‘Não deixem roubar a inocência do seu filho’

Round 6 conta a história de de 456 pessoas que se envolvem em jogos mortais para ganhar prêmio bilionário Foto: Colagem Pleno News

A cantora cristã Cristina Mel usou as redes sociais nesta sexta-feira (8) para deixar um alerta aos pais sobre a série Round 6, da Netflix. Em sua avaliação, a série pode naturalizar a violência aos olhos dos pequenos e fazer com que eles cresçam achando que pode-se tentar qualquer coisa por dinheiro.

– O que está acontecendo que a sociedade está aplaudindo e achando que isso é normal? Depois acontece de uma criança ou adolescente entrar em uma escola e sair metralhando todo mundo ou então alguém chegar e matar um pai e uma mãe, e achar que isso é natural. Gente, por favor, não aplaudam isso. O que que a gente está fazendo em prol das nossas crianças? – refletiu.

Cristina Mel lembrou que a série possui classificação indicativa de 16 anos e informou aos pais que é possível restringir o acesso de crianças a conteúdos para suas respectivas faixas etárias.


– Eu queria alertar os pais, porque as crianças estão falando sobre isso. Inclusive, minha filha Isabela, quando eu cheguei de viagem, comentou, e eu disse “filha, isso não é para criança ver”. E tem crianças de 7 e 8 anos assistindo – lamentou.


Para a cantora, “o tempo da inocência está sendo roubado”.


– O que isso vai fazer na mente das nossas crianças, dos nossos filhos no futuro? Tornando-os cada vez mais frios, achando que vale tudo – ponderou.


Ela também deixou um conselho aos pais de adolescentes que insistem em assistir à série.


– Se você tem um filho adolescente e ele quer muito assistir, então senta do lado dele e comente: “Olha isso não é normal, porque a vida não é uma brincadeira, não é um game, não dá para restartar quando alguém morre”.


O vídeo de Cristina Mel vem após alerta de uma escola particular na Zona Oeste do Rio de Janeiro de que as crianças estariam “obcecadas” com a série, e estariam reproduzindo as brincadeiras nas horas vagas no colégio.


– O conteúdo da série que contém: violência explícita, tortura psicológica, suicídio, tráfico de órgãos, cenas de sexo, pederastia, palavras de baixo calão entre outras coisas tem sido assunto entre nossos alunos durante o recreio e horários livres – informou o colégio, em comunicado que viralizou nas redes sociais e foi apoiado por pediatras.


A produção sul-coreana Round 6, ou Squid Game, conta a história de de 456 pessoas que se envolvem em jogos mortais inspirados em brincadeiras infantis para ganhar um prêmio bilionário. Lançada no último dia 17 de setembro, a série bateu recordes da plataforma, se tornando a única a chegar ao primeiro lugar em mais de 80 países.

Pleno News 


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