RADAR POLÍTICO 365


Manifestações: Por que eles foram às ruas?

A médica Ângela Buarque A médica Ângela Buarque foi para a Avenida Boa Viagem pela terceira vez e disse que o principal motivo para defender a saída da presidente é a corrupção. “Impeachment não é golpe, está na Constituição. Collor saiu e ninguém considerou golpe. Foi a democracia. E ele saiu por muito menos”, defendeu. Foto: Paulo Veras/BlogImagem.
A médica Ângela Buarque participou pela terceira vez  do protesto e disse que o principal motivo para defender a saída da presidente é a corrupção. “Impeachment não é golpe, está na Constituição. Collor saiu e ninguém considerou golpe. Foi a democracia. E ele saiu por muito menos”, defendeu. Foto: Paulo Veras/BlogImagem.
A médica Clarissa Rocha, 29 anos, se diz a favor do impeachment
A médica Clarissa Rocha, 29 anos, diz que foi às ruas por causa da revolta com o aumento nas contas, como na energia e na gasolina. “A gente também vê a situação na saúde piorando. O sistema vem passando por vários cortes e quem sofre somos nós, sãs os pacientes. Os salários atrasando”, disse.
Foto: Marcela Balbino/BlogImagem.
A contadora Rute Sousa, 50 anos, participou dos caras-pintadas, em 1992, contra o governo do ex-presidente Fernando Collor. “Lembro que fui na época da faculdade, ali na Avenida Conde da Boa Vista”, recorda. Neste domingo, Rute voltou para protestar contra o governo, mas desta vez o da presidente Dilma. “É um sentimento de indignação diante de tanta corrupção”, diz a contadora. Foto: Marcela Balbino/BlogImagem.
marcone-medico
O médico Marcone Massa, 57 anos, diz que o motivo para ir às ruas foi a preocupação com os problemas sociais e por causa das dificuldades que ele vê os pacientes enfrentando, como a falta de remédios”. Ele afirma que não defende a saída de Dilma, mas sim a melhor solução que esteja amparada nas leis. “Não podemos deixar o país órfão”, observou.
O professor universitário, Ricardo Massa, 44 anos, participa pela segunda vez dos protestos e defende que não se pode apoiar políticos que assumem a postura do "quanto pior, melhor". "Acho que o governo está ruim, mas não concordo com impeachment, porque se nós a elegemos, temos que ter responsabilidade para deixá-la governar". Foto: Marcela Balbino/BlogImagem.
O professor universitário, Ricardo Massa, 44 anos, participou pela segunda vez dos protestos e, para ele, não se pode apoiar políticos que assumem a postura do “quanto pior, melhor”, à base da mesquinhez. “Acho que o governo está ruim, mas não concordo com impeachment, porque se nós a elegemos, temos que ter responsabilidade para deixá-la governar”, disse o docente. Foto: Marcela Balbino/BlogImagem.
Vestido com trajes de presidiário e máscara do presidente Lula, o manifestante só topou aparecer nas fotos, nada de entrevista. Foto: Paulo Veras/BlogImagem
Vestido com trajes de presidiário e máscara com o rosto do presidente Lula, o manifestante só concordou em aparecer nas fotos, nada de entrevista. Foto: Paulo Veras/BlogImagem.
Manifestante vestido de padre cobrou posturas mais incisivas da Igreja Católica diante dos casos de corrupção. Foto: Marcela Balbino/BlogImagem.
Manifestante vestido de padre cobrou posturas mais incisivas da Igreja Católica diante dos casos de corrupção. Foto: Marcela Balbino/BlogImagem.
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