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Homem suspeito de agredir ex-companheira é detido pela polícia em Paulista

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Homem suspeito de agredir ex-companheira é detido pela polícia em Paulista
Um homem foi detido na noite do último sábado (28), por policiais do 17º Batalhão da Polícia Militar, no bairro de Engenho Maranguape, em Paulista, no Grande Recife, suspeito de agredir a ex-companheira. Segundo a vítima, que foi até a delegacia na manhã deste domingo (29), contou que se separou dele e saiu de casa há cerca de oito meses por conta de agressões.

Ainda de acordo com a vítima, mesmo separados, o homem estaria com ciúmes de um amigo da mulher e a agrediu mais uma vez. A discussão ocorreu por volta das 23h30 do sábado e, ainda segundo a vítima, ela já havia solicitado duas medidas protetivas contra o ex-marido.
"Sempre (agredia) por ciúmes. Estou me mudando para essa casa que aluguei e um amigo meu estava sentado na calçada e, para onde estou me mudando, as casa são bem juntinhas. Ele tem ciúmes do meu amigo há muito tempo. Esse rapaz (o amigo) não tem nada comigo, ele tem filho, é casado, tem mulher, tem tudo. Quando eu estava vindo para a casa da minha filha, ele me deu um tapa no rosto. Como eu não pude me defender, corri para a casa da minha filha, ele continuou me seguindo, eu apressei o passo, cheguei na casa dela, contei para ela, que disse que ia tomar uma providência. Fui me deitar, passei um gelo no rosto e, quando foi de manhã, a polícia chegou", narrou a vítima, que foi levada para dar depoimento neste domingo.

Denúncia

No momento da briga, uma vizinha chamou a polícia, que foi até o local e deteve o agressor, um vigilante de 45 anos. O suspeito foi encaminhado à Central de Plantões da Capital. "Ele sempre fazia isso comigo (agredir). Só que eu sempre dizia a ele que um dia eu ia correr atrás. Ontem (sábado) aconteceu isso e minha colega chamou a polícia e estou esperando para ver o que vão fazer", narrou a vítima.

#UmaPorUma

Existe uma história para contar por trás de cada feminicídio, em Pernambuco. Em 2018, o projeto Uma por Uma, do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação, mapeou onde as mataram, as motivações do crime, acompanharam a investigação e cobraram a punição dos culpados.

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