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A Jeep desenvolve a região e as pessoas que vivem nela

Desde que inaugurou seu Polo Automotivo, em Goiana (PE), a Jeep tem mudado a vida de famílias inteiras. Conheça as histórias de quem teve a primeira oportunidade de emprego com a FCA

Filho e neto de pescadores de Pontas de Pedras, distrito do município de Goiana (PE), Ramones Luna, de 23 anos, lembra, como se fosse hoje, o dia em que ganhou o que ele chama de “maior presente” da sua vida. “Foi em 26 de janeiro de 2015. Nesse dia, fui contratado como técnico em mecânica no Polo Automotivo Jeep”, conta. A data, entretanto, foi além do marco da contratação dele, significando uma mudança na própria perspectiva profissional. Isso porque Ramones foi um dos 583 funcionários que, até hoje, encontraram na Jeep a oportunidade do primeiro emprego formal e de, pela primeira vez na vida, encarar um desafio que vinha com a carteira de trabalho assinada.

Para o gerente de Recursos Humanos da Jeep, Caio Duarte, a oportunidade de conquistar o primeiro emprego formal e mudar de vida, sobretudo para as pessoas locais, reflete a preocupação da empresa em investir na mão de obra da região onde a fábrica foi implantada.

"Quando a FCA decidiu instalar em Pernambuco a sua fábrica mais moderna no mundo, nós tínhamos em mente o objetivo de investir no potencial destas pessoas e dar a oportunidade para que eles pudessem mudar as suas perspectivas profissionais”, afirma. “A geração de empregos, a preocupação com a qualificação dos nossos colaboradores e a busca constante por melhorias fazem parte desse conjunto e impactam diretamente na renda, na autoestima e na progressão profissional das pessoas da nossa região”.

A história de Ramones com a Jeep, entretanto, começou um ano antes de ele ser contratado. “Participei do processo seletivo para estagiário a partir de uma parceria entre a Jeep e o Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial), onde fiz o curso técnico de automação e entrei como estagiário no setor de Prensa em agosto de 2014”, relembra. Sem experiência no currículo, afinal, era seu primeiro emprego formal, Ramones conta que o conhecimento foi sendo adquirido pouco a pouco.

Mas foi nesse ritmo que ele conseguiu, dois anos depois, sua primeira promoção na empresa para o cargo de Técnico em Eletromecânica 2. “Fui mostrando meu desempenho, os conhecimentos que adquiri, estudando cada componente e fiquei muito grato porque a Jeep reconheceu o meu esforço, trabalho e comprometimento”, conta. Mas as conquistas não pararam por aí. Menos de um ano depois, ele foi promovido a Team Leader em Manutenção, cargo em que atua hoje.

“Fiquei bastante orgulhoso de mim, assim como todo mundo na minha casa”, diz, explicando que o sustento da família, que vinha da tradicional atividade de pesca, passou a ser o seu emprego na Jeep. Para quem sobrevivia de uma atividade informal, a chance de poder ser contratado formalmente por uma “empresa grande” - como ele se refere à Jeep - foi única. “Para nós, da região, é uma oportunidade sem igual. Acho interessante a forma como a Jeep trata os colaboradores e como ela preserva a cultura e investe na mão de obra local”, comenta.

Bruno Bello, 23 anos, também está entre os funcionários que tiveram, por meio da Jeep, a oportunidade de ter o primeiro emprego formal. O pernambucano, do município de Jaboatão dos Guararapes, conheceu o Polo Automotivo Jeep, há três anos, em uma visita técnica que fez por meio da Universidade Nassau, onde cursa Engenharia Mecânica. “Eu não pensava que seria a primeira empresa em que eu trabalharia, pois todo mundo da minha sala pensava em ter uma oportunidade de entrar nela”, relata.

Em 2016, Bruno participou do processo seletivo e foi admitido como auxiliar de produção. Passados dois anos, alcançou o cargo de executor de produção. “Dez meses depois, fui promovido ao cargo em que estou hoje: Team Leader. Eu não esperava, mas fui me esforçando e me desenvolvendo, adquirindo mais conhecimentos. Não dá pra calcular o quanto eu me desenvolvi. Com isso, veio a minha promoção”, conta.

O primeiro emprego de Bruno, além do orgulho – dele e dos pais – e do crescimento profissional e pessoal, rendeu uma independência financeira que ele a família não tinham. “Hoje, pago minha faculdade com o meu salário e ajudo meus pais. Também estou construindo minha casa e comprando móveis”, diz. Para ele, a oportunidade de conquistar o primeiro emprego em uma multinacional como a Jeep é única. “É interessante ver pessoas como eu, tão jovens, ter chances como essa. É uma excelente iniciativa da Jeep, pois a empresa se interessa em desenvolver a região e as pessoas que estão nela”.

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