Oto Mariano mente, manipula fatos e paralisa a Câmara de Caaporã para impedir votação da LOA 2026,desafetação de areas publicas para geração de emprego e renda e reforma administrativa
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A versão divulgada pela Presidência da Câmara Municipal de Caaporã sobre a não votação da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026 é falsa e tenta induzir a população ao erro. Os fatos ocorridos em plenário deixam claro que não houve esvaziamento provocado pelos vereadores da base do prefeito Chico Nazário, mas sim uma obstrução consciente, deliberada e autoritária comandada pelo próprio presidente da Casa, Oto Mariano,o presidente vem agindo sem amparo legal
Durante a sessão, vereadores foram calados, impedidos de usar a tribuna e tiveram o direito ao debate suprimido. Oto Mariano paralisou a sessão diversas vezes sem qualquer respaldo regimental e, em atitude extrema, afirmou publicamente que não colocaria nenhum projeto em votação, independentemente de haver ou não quórum.
Mesmo com a pauta oficialmente publicada e dentro do prazo legal, o presidente simplesmente se recusou a cumprir seu dever institucional. A LOA 2026, a desafetação de áreas públicas e a reforma administrativa foram travadas por vontade própria da Presidência, configurando um verdadeiro sequestro do processo legislativo.

O clima no plenário degenerou em bate-boca, gritaria e discussões acaloradas, consequência direta da condução caótica e autoritária de Oto Mariano. Diante da clara tentativa de fraude política e da impossibilidade de exercer o mandato, vereadores da base do Executivo deixaram o plenário, não para obstruir, mas porque a sessão já havia sido esvaziada pelo presidente,vereadores Camarão,Beto da Prestação ,Nene Morais ,Biu de Zezé ,Elionora,Elias Nazário,Atos Santino protestaram as atitudes do vereador presidente,chamam de mentirosas as alegações de Oto Mariano.

Mesmo assim, Oto Mariano teve a ousadia de comunicar o Tribunal de Contas do Estado (TCE), apresentando uma narrativa distorcida, na tentativa de transferir sua responsabilidade para os vereadores e criar um álibi institucional para a própria omissão.
Entre os projetos travados está um dos mais sensíveis e urgentes: a continuidade da construção de 60 casas populares, destinadas a famílias em situação de vulnerabilidade social. Sem a aprovação do orçamento e das matérias correlatas, as obras correm sério risco de serem paralisadas, deixando dezenas de famílias sem perspectiva de moradia digna.

Ou seja, a postura de Oto Mariano não é apenas política, é socialmente cruel. Ao se posicionar contra a aprovação da LOA e de outros projetos estratégicos, o presidente da Câmara atinge diretamente quem mais precisa, penalizando a população mais pobre de Caaporã.

A tentativa de culpar a base governista não se sustenta. Foi o presidente da Câmara quem:
- impediu o uso da tribuna;
- interrompeu os trabalhos repetidamente;
- declarou que não votaria nenhum projeto;
- encerrou a sessão de forma unilateral.

Portanto, a LOA 2026 não foi votada porque Oto Mariano decidiu não votar. Trata-se de um ato grave, que prejudica diretamente o funcionamento da máquina pública, compromete serviços essenciais e expõe a Câmara Municipal de Caaporã a um estado de paralisia institucional sem precedentes.
A população de Caaporã precisa saber a verdade: não houve obstrução dos vereadores, houve mentira, manipulação e abuso de poder por parte do presidente da Câmara.
Fonte: Política News
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