domingo, 19 de agosto de 2018

Armando mobiliza vereadores da RMR em defesa do projeto da oposição

Armando Monteiro Neto (PTB)
O senador Armando Monteiro Neto (PTB), candidato ao Governo do Estado, realizou, na manhã desse domingo (19), um encontro com vereadores dos municípios da Região Metropolitana do Recife (RMR) que apoiam a frente “Pernambuco Vai Mudar”. O ato teve um caráter de mobilização, conclamando as lideranças a movimentar suas bases em apoio ao projeto da oposição. Estiveram presentes cerca de 100 vereadores.

O prefeito de Igarassu, Mário Ricardo (PTB), responsável pela coordenação política da campanha do petebista, foi o condutor do encontro, que teve uma pegada “motivacional”, atentando para a importância do trabalho de base. O senador Armando Monteiro apontou a sensibilidade que os vereadores têm no cotidiano da população como virtude política. “Nós queremos convocá-los para que todos se sintam parte dessa luta. Essa não é a luta de uma chapa, é o compromisso que todos nós temos que assumir pelo Estado. Pernambuco não pode mais fazer experimentalismos, nós fomos experimentar alguém que não estava treinado e estamos pagando um custo alto por isso”, disparou.

O vereador do Recife, Fred Ferreira (PSC), candidato a vice, chamou atenção para o tratamento especial que será dado aos vereadores num possível governo de Armando. “Lá do outro lado a gente não sabe quem manda, mas aqui nós temos liderança. E vocês podem contar comigo, porque teremos uma área específica para atender aos vereadores, vamos mostrar a força do vereador em Pernambuco”, disse Fred.

Os candidatos ao Senado, Bruno Araújo (PSDB) e Mendonça Filho (DEM), também fizeram intervenções nesse sentido, enfatizando os problemas do Estado e apontando as fragilidades do palanque do governador Paulo Câmara (PSB). “Os candidatos ao Senado de lá (Humberto Costa, do PT, e Jarbas Vasconcelos, do MDB), ou eles não viajam no mesmo carro ou a conversa entre eles não fecha. Aqui com Mendonça, a nossa conversa fecha”, disse Bruno.

O deputado Mendonça Filho, que esteve à frente do Ministério da Educação nos últimos dois anos, reforçou o desafio lançado ao governador Paulo Câmara sobre quem mais investiu recursos em educação. “O governador recebeu o mandato de presente. Nunca tinha apertado a mão de um eleitor. Eu digo isso porque estava lá e vi de perto. Eu caí nessa, tendo em vista a preparação que ele recebeu de Eduardo Campos, mas não se inventa político. A maior fraqueza de um ser humano é transferência de responsabilidade”, lamentou o democrata.

BLOG DA FOLHA

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