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Todos juntos, vamos...

Publicado em 03/07/2026 05:00 Automática Fonte: jc.uol.com.br
Todos juntos, vamos...

Passa o tempo e chegamos a 3 de junho de 1970. A Copa do Mundo começava. Jogamos 5 partidas em Guadalajara, capital do estado de Jalisco

É o fato ou acontecimento de interesse jornalístico. Pode ser uma informação nova ou recente. Também diz respeito a uma novidade de uma situação já conhecida.

Texto predominantemente opinativo. Expressa a visão do autor, mas não necessariamente a opinião do jornal. Pode ser escrito por jornalistas ou especialistas de áreas diversas.

Reportagem que traz à tona fatos ou episódios desconhecidos, com forte teor de denúncia. Exige técnicas e recursos específicos.

Conteúdo editorial que oferece ao leitor ambiente de compras.

É a interpretação da notícia, levando em consideração informações que vão além dos fatos narrados. Faz uso de dados, traz desdobramentos e projeções de cenário, assim como contextos passados.

Texto analítico que traduz a posição oficial do veículo em relação aos fatos abordados.

É a matéria institucional, que aborda assunto de interesse da empresa que patrocina a reportagem.

Conteúdo que faz a verificação da veracidade e da autencidade de uma informação ou fato divulgado.

É a matéria que traz subsídios, dados históricos e informações relevantes para ajudar a entender um fato ou notícia.

Reportagem de fôlego, que aborda, de forma aprofundada, vários aspectos e desdobramentos de um determinado assunto. Traz dados, estatísticas, contexto histórico, além de histórias de personagens que são afetados ou têm relação direta com o tema abordado.

Abordagem sobre determinado assunto, em que o tema é apresentado em formato de perguntas e respostas. Outra forma de publicar a entrevista é por meio de tópicos, com a resposta do entrevistado reproduzida entre aspas.

Texto com análise detalhada e de caráter opinativo a respeito de produtos, serviços e produções artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.

Fernando Pessoa tinha um corpo anêmico, apesar da ginástica sueca de todos os dias. Uma cor sem sol e o mesmo peito chato de tuberculoso do pai, que morreu um mês depois que o filho fez 5 anos: “No tempo em que festejavam o dia dos meus anos, eu era feliz e ninguém estava morto” (Aniversário).

Até escreveu um Tratado de Luta Livre, Método Yvelot, com destaque para “rasteiras” e “pontapés” que lembram nossa capoeira. E não apreciava esporte nenhum. Mas gostava de ver... futebol. Mistérios. Pois é...

Dois alemãs esquisitos até passaram anos pesquisando as razões que levam gente como nosso poeta a gostar do jogo. E chegaram a conclusões curiosas. “Porque cria situações irrepetíveis, e portanto fatais”. “Porque, durante 90 minutos, o indivíduo deixa de ser apenas um, passando a ser parte de algo maior a massa”.

“Porque é tão simples que põe qualquer um na condição de perito” – sendo o único assunto em que um cirurgião e seu motorista são capazes de discutir, de igual para igual. “Porque é plasticamente belo”. “Porque identifica o homem e o mito”. E mito, não custa lembrar, “é o nada que é tudo”, dizia o mesmo Pessoa (em Ulisses, de Mensagem).

Conteúdo importado de: jc.uol.com.br
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