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Queda de avião de pequeno porte no Tocantins deixa 2 mortos

Publicado em 18/07/2026 18:58 Automática Fonte: revistaoeste.com
Queda de avião de pequeno porte no Tocantins deixa 2 mortos

Natural de Vitória (ES), formou-se em jornalismo em 2023 e iniciou a carreira no portal independente A Investigação. Atualmente, é pós-graduanda em literatura, artes e filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul e repórter da Revista Oeste em São Paulo, onde escreve sobre Brasil, política e internacional.

Um avião de pequeno porte caiu na manhã de sábado, 18, em uma área de chácaras entre Palmas e Lajeado, Tocantins, resultando na morte do médico Ederson da Silva, de 68 anos, e de sua mulher, Roseli Amarilda Pechulo Silva, de 62. Eles eram proprietários do Hospital São Lucas, em Redenção, para onde viajavam. O piloto, Hamilton Lopes da Conceição, sobreviveu e foi hospitalizado com estado de saúde instável.

Um avião de pequeno porte caiu na manhã deste sábado, 18, em uma região de chácaras entre Palmas e Lajeado, no Tocantins, deixando dois mortos e um ferido. A aeronave havia decolado de um aeródromo na capital e seguia para Redenção (PA).

As vítimas são o médico Ederson da Silva, de 68 anos, e a mulher dele, Roseli Amarilda Pechulo Silva, de 62. Proprietários do Hospital São Lucas, em Redenção, eles viajavam na aeronave junto com o piloto Hamilton Lopes da Conceição, que sobreviveu ao acidente e foi levado ao Hospital Geral de Palmas (HGP). Segundo a Polícia Militar, o estado de saúde dele é instável.

De acordo com testemunhas, o avião fez um “estalo” pouco depois da decolagem e começou a perder altitude. A aeronave atingiu árvores antes de cair em meio à vegetação.

Roseli morreu no local. Ederson chegou a ser retirado das ferragens com vida e recebeu atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas sofreu uma parada cardiorrespiratória e não resistiu.

Segundo o Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB), a aeronave, um EMB-721C fabricado em 1977, pertence ao piloto e estava com a documentação regular, incluindo o Certificado de Verificação de Aeronavegabilidade (CVA), válido até 2027.

O Corpo de Bombeiros isolou a área, realizou o desencarceramento das vítimas e adotou medidas preventivas por causa do risco de incêndio provocado pelo combustível.

A perícia e o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) devem apurar as causas da queda.

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Conteúdo importado de: revistaoeste.com
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