Greve de caminhoneiros chega ao segundo dia com confronto em SP
Graduada em jornalismo pela Universidade do Estado da Bahia. Soma passagens pelos jornais, JC Concursos, Folha de S.Paulo e O Estado de S.Paulo. Foi repórter dos portais Datagro e Broto. É repórter da Revista Oeste desde março de 2026
A paralisação dos caminhoneiros na Baixada Santista, que começou na madrugada nesta segunda-feira, 13, entrou no segundo dia nesta terça-feira, 14, e gerou confrontos entre manifestantes e policiais na Via Anchieta, onde a PM montou uma operação de contenção. A greve, que continua por tempo indeterminado, visa pressionar o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, a votar a Medida Provisória nº 1.343, que estabelece novas regras para o pagamento do piso mínimo do frete.
A paralisação dos caminhoneiros entrou no segundo dia nesta terça-feira, 14, e provocou novos impactos na Baixada Santista, no litoral de São Paulo. Durante a mobilização, um vídeo registrou uma confusão entre manifestantes e policiais militares na Via Anchieta.
As imagens mostram agentes da Polícia Militar em confronto com participantes do protesto.
O pau quebrou na greve dos Caminhoneiros na entrada do Porto de Santos….o clima está ficando tenso. pic.twitter.com/GTUUpZrGu2
Em nota, a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP) informou que a Polícia Militar Rodoviária montou uma operação de contenção na altura do km 40 da Via Anchieta, no bairro Alemoa, em Santos.
Segundo a pasta, caminhões permanecem retidos temporariamente no trecho de planalto para controlar o fluxo de veículos rumo ao litoral e reduzir os impactos no sistema viário.
A SSP afirmou que não há bloqueio total da rodovia e que as equipes continuam no local para preservar a ordem pública e garantir a circulação dos demais veículos.
O Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens da Baixada Santista (Sindicam) informou que a greve continua por tempo indeterminado.
A entidade afirmou que a mobilização ocorre de forma pacífica e tem como objetivo defender reivindicações da categoria que, segundo o sindicato, ainda não foram atendidas.
Os protestos começaram na madrugada de segunda-feira, 13, nos portos de distribuição da região. Os caminhoneiros querem pressionar o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), a pautar a votação da Medida Provisória nº 1.343, conhecida como “MP do Frete”.
A proposta estabelece novas regras de fiscalização e prevê multas para empresas que deixarem de cumprir o pagamento do piso mínimo do frete.
A categoria argumenta que a votação precisa ocorrer até quinta-feira, 16. Se o Congresso não analisar a medida até essa data, a MP perderá a validade.
O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *
Salvar meus dados neste navegador para a próxima vez que eu comentar.
Δdocument.getElementById( "ak_js_1" ).setAttribute( "value", ( new Date() ).getTime() );
Você precisa de uma assinatura válida para enviar um comentário, faça um upgrade aqui.